O relatório GEP Spend Category Outlook 2026, abre com um panorama macroeconômico que define o contexto de negociação para o ano. A inflação global segue em queda, passando de cerca de 4,2% (2025) para aproximadamente 3,7% (2026), embora com trajetórias divergentes entre os países: Estados Unidos em 2,4%, Reino Unido em 2,5%, Zona do Euro em 1,9%, Índia em 2,8% e China estável. O crescimento global do PIB fica em torno de 3,1%, com destaque para Índia (6,2%) e China (4,2%), enquanto economias maduras crescem de forma mais modesta.
As taxas de juros seguem em ciclo de afrouxamento cauteloso, com o FED cortando gradualmente, o Banco Central Europeu em ritmo mais rápido e o Banco da Inglaterra mais devagar. O mercado de trabalho permanece estável, com desemprego nos EUA em cerca de 4,1%, Reino Unido em 4,7% e Zona do Euro em 6,3%. No setor de energia, há um excedente de petróleo (Brent em torno de US$ 52 por barril em 2026) e expansão nuclear global (crescimento de 2-3%, com 25-30 GW adicionados).
O relatório também destaca a consolidação de cadeias de suprimento mais estáveis, o alívio da inflação, o impacto de medidas tarifárias e políticas comerciais, as pressões climáticas e a mudança de estratégias de comércio.
Um ponto central é que a inteligência artificial já faz parte do trabalho cotidiano de compras, o que tem implicações diretas para a forma como os profissionais da área atuam e negociam.
Este tema é o pano de fundo essencial para qualquer curso de negociação e inteligência de compras. Entender inflação, juros e energia permite que compreendam e fundamentem decisões de sourcing e negociação em dados macro, não apenas em intuição.
Fonte: GEP Spend Category Outlook 2026
Testo escrito por IA, revisado pelo autor.
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